Empresas brasileiras começam a investir em bitcoin

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Empresas brasileiras começam a investir em bitcoin

No decorrer do ano de 2020, o bitcoin parou de ser apenas um investimento de pessoas físicas e passou a ser também aposta de pessoas jurídicas. Isso porque com a incerteza do mercado perante ao novo coronavírus, as empresas começaram a buscar por investimentos que tivessem proteção contra inflação, por exemplo.

Alguns gigantes de diferentes setores, como Microstrategy, Square, GrayScale e até a Tesla adquiriram milhares de criptomoedas desde o último ano. As pequenas, como a rede de restaurantes canadense Tahini Restaurants, também resolveram trocar o dinheiro fiduciário das poupanças, por moedas digitais.

Agora, seguindo os passos dessas companhias, duas empresas brasileiras começaram a investir em bitcoin. A Yubb, uma startup de buscador de investimentos, e a Empiricus, casa de análises, anunciaram recentemente a compra de criptomoedas.

A Yubb foi a primeira a apostar no bitcoin e o investimento, que teve início no segundo semestre do ano passado, foi feito em etapas. De acordo com o portal Valor Investe, o preço médio de aquisição, com cotação da criptomoeda no dia 10 de junho, é de US$ 21.349, cerca de 15% do caixa da startup.

Bernardo Pascowitch, fundador e presidente da empresa, comenta o porquê da exposição à criptomoeda. “A mensagem é a mesma que vale para a pessoa física: se esse é o ativo mais transformador da atualidade, não faz sentido não termos exposição. Da mesma forma que uma empresa precisa ter um pouco de seu caixa em dólar, ela precisa ter um pouco em bitcoin”.

Já a Empiricus não adquiriu o bitcoin diretamente, mas sim por meio de cotas de fundo que aplica na moeda digital. O investimento, realizado no início de 2021, foi de cerca de R$ 100 mil em um fundo da Vítreo.

“Vimos os exemplos lá fora e quisemos nos posicionar como uma empresa envolvida nesse processo”, comenta André Franco, sócio e analista de criptos da empresa. André diz ainda, que, embora o aporte tenha acontecido este ano, a ideia não é nova e vinha sendo discutida desde 2017.

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